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Dia Internacional do Rádio - A rádio Educadora na Amazônia Bragantina

Sede da Rádio Educadora de Bragança / Imagem: Fundação Educadora

Em comemoração ao dia internacional do rádio, celebrado anualmente no dia 13 de fevereiro, nossa reportagem homenageia a rádio mais antiga do nordeste paraense: a rádio educadora de Bragança. Vamos conhecer a história e a importância dessa emissora para o Rádio na amazônia paraense.

A  relação  do  rádio  com  a  Amazônia paraense  tem  laços  bem  mais  profundos  que qualquer  outra  mídia,  uma  vez  que  a  imensa  extensão  territorial  do  Estado  do  Pará, cortado na sua quase totalidade por rios, dificultou por um longo período a implantação de  outros  veículos  de  comunicação.  O  rádio  foi  o  veículo,  a  comunicar, a informar  e a integrar,  primeiramente, a população com  o  mundo  interno  e  externo  à  sua  realidade.

Dezesseis anos após a chegada do rádio no Brasil, mais precisamente no dia 12 de fevereiro de  1939, a Rádio Educadora é inaugurada em Bragança de forma experimental, como parte de um plano do Sistema Educativo Radiofônico de Bragança para desenvolver atividades educacionais a distância, ajudando a reduzir as desigualdades sociais da região. Sendo na época a primeira rádio da zona bragantina.

Considerando  as  dificuldades  de  diversas  crianças  e  adultos,  que  moram  na  zona  rural, de terem acesso  à  escola, a rádio Educadora de Bragança tem uma representação estratégica na região dos Caetés, atuando  como  mecanismo  de  educação  a  distância,  pois  desde  seu  nascimento  centenas  de  crianças  e  adultos  foram  alfabetizados pelo  sistema radiofônico. A  rádio  funciona  como  importante  instituição  de  informação,  ensino  e formação dos municípios envolvidos na região.

A fundação de uma rádio local na terra do xote, do retumbão e dos festejos de São Benedito, deu aos moradores de Bragança no Pará um meio de  comunicação  rápido  e  de  fácil  acesso  para  a  difusão  de  informações,  entretenimento, cultura,  lazer  e  tantas  outras  formas  de  integrar  um  território amazônico, tão vasto  e  rico  culturalmente.


 




Ouça a reportagem completa:

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