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Presos pela operação Reditus são soltos pelo STF

Após ter sido preso preventivamente pela Polícia Federal no âmbito da operação Reditus, Nikolas Tsontakis Morais, foi finalmente liberado pelo Ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli.

Suposto operador do esquema de corrupção bilionário que desviou recursos destinados ao combate à pandemia de COVID-19, o 'poderoso chefão' da 'quadrilha das OS's', que desviou cerca de R$ 455.625.150,55 (Quatrocentos e cinquenta e cinco milhões, seiscentos e vinte e cinco mil, cento e cinquenta reais e cinquenta e cinco centavos), alegou por meio da sua defesa que:

“[Nikolas] padece de graves patologias, que podem levar à morte em razão da constatação inequívoca de que o mesmo, entre outras doenças, é portador de obesidade mórbida (possui 1,74 mts e pesa 184 kg, tem um IMC de 61,77 - classificação obesidade grave grau 3)”. Razão pela qual Toffoli acatou a tese e deferiu a liminar em favor de Nikolas.

De posse dos fatos, conforme noticiou o Jornal "O Antagônico" a Subprocuradora-geral da República, Cláudia Sampaio Marques, protocolou na noite da última terça-feira (24), um Agravo Interno no Supremo Tribunal Federal, contra a decisão do Ministro Dias Tofffoli .

“O reclamante, por não exercer cargo ou função que lhe assegure prerrogativa de foro na Suprema Corte, não pode trazer os seus pleitos diretamente ao Supremo Tribunal Federal, sob pena de grave violação às regras constitucionais de competência”. Diz o Agravo do MPF informando que interceptações telefônicas judicialmente autorizadas, demonstram que, na verdade, o reclamante não tem quadro de saúde debilitado que justifique a concessão da pretendida prisão domiciliar".

Os vídeos exibidos em matéria exclusiva pelo programa Fantástico da Rede Globo, mostra que os problemas de saúde apresentados pela defesa de Nikolas André Tsontákis Morais, nunca foram impeditivos para que o jovem ostentasse uma vida de festas e muito luxo. Constatações endossadas, inclusive, na alegação apresentada pela Subprocuradora Claudia Sampaio.

A reportagem do Fantástico também apresentou que essa estratégia de "fingir doença" tem sido uma prática recorrente por parte da defesa dos envolvidos no esquema que, por possuírem capacidade financeira suficiente para pagar bons advogados, se beneficiam de decisões no Supremo. Vale ressaltar que não é a primeira vez que os envolvidos são presos pela Polícia Federal e soltos pelo STF.

Quem sai perdendo como sempre é a sociedade!

Da Redação

FOLHA 390



 

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